Editorial: censura nunca mais

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Na história, em absolutamente todas as vezes em que grandes crimes contra a humanidade ocorreram, a censura ocorreu simultaneamente. É a regra. É o que está ocorrendo agora.

O crime contra a humanidade é a supressão e criminalização de todos os tratamentos contra a COVID-19, como os que usam a hidroxicloroquina, ivermectina ou vitamina D. A censura ocorre com o objetivo de calar todas as pessoas que denunciam a supressão.

Um dos exemplos de censura é o recente caso de Alexandre Garcia, um dos mais conhecidos jornalistas da imprensa brasileira, demitido na semana passada da CNN. Ele foi acusado de defender o real, cientificamente comprovado e eficaz tratamento precoce contra a COVID-19.

Garcia tentava vencer a desinformação e a histeria coletiva dos que, por diversos motivos, não querem que pacientes sejam tratados e sobrevivam.

O jornalista participava de um programa chamado “Liberdade de opinião” do canal. Onde há qualquer coisa, menos liberdade de opinião.

Alguém pode até argumentar que ele, por ser jornalista e não ser formado na área de ciência, não poderia estar falando sobre isso. Ora, se tantos podem denegrir o tratamento, por que ele não poderia defender? A realidade nua e crua é que o caso Garcia é mais um entre muitos outros casos vergonhosos.

Para que não haja dúvidas sobre o nível das pessoas que são censuradas corriqueiramente, temos, como exemplo icônico, o japonês Satoshi Omura, agraciado com o Nobel de Medicina. Um vídeo onde ele discutia o uso de ivermectina contra a COVID foi censurado no youtube. Ele falava sobre seu artigo científico revisado por pares e publicado na conceituada revista científica The Japanese Journal of Antibiotics.

Em outras palavras, para que todos tenham consciência do total absurdo: artigos científicos revisados por pares estão sendo censurados.  Portanto, a ciência está sofrendo censura. E é exatamente isso que estará nos livros de história.

Mas ele não é o único laureado com o maior prêmio científico do mundo a ser calado. As entrevistas com outro Nobel de Medicina, o francês Luc Montagnier, também foram removidas do youtube. Ele afirmava, para um repórter do jornal France Soir, que caso fosse contaminado com a COVID-19, tomaria hidroxicloroquina com azitromicina.

Tudo é feito de forma estudada e com método.. O banimento ocorre com mais frequência nos conteúdos que começam a viralizar e gerar impacto, questionamento e senso crítico na sociedade. É o que ocorria com Alexandre Garcia. Seu programa tinha muita visibilidade.

É constrangedor nós, médicos, e não os historiadores, precisarmos explicar o objetivo de estudar de história: conhecer os erros do passado para que eles não se repitam no futuro.

Seguindo a mesma linha, lembraremos de mais uma reflexão por este ponto de vista: não há um único caso, na história, em qualquer época, em qualquer situação, em que a censura tenha sido benéfica. Para qualquer sociedade.

Também lembramos que toda vez que houve censura, eram as verdades que eram censuradas, não as mentiras. Afinal, as verdades nunca se importam em serem questionadas, enquanto as mentiras sempre tiveram medo dos questionamentos.

Continuando, no mesmo ponto de vista da história, ainda lembramos que todas as vezes que livros começaram a ser queimados, logo seguiu-se queimando gente.

Ao Alexandre Garcia, agradecemos por ajudar na tarefa árdua de contar a verdade sobre a eficácia dos tratamentos. Ele não faz ideia de quantas vidas salvou. Foram muitas.

Nós, do MPV – Médicos Pela Vida, estamos também sendo censurados o tempo todo. Como os Nobel. Como Alexandre Garcia. Isso precisa parar.

Ontem, uma médica nos EUA, Kelly Victory, que está na mesma luta que nós, fez uma denúncia enquanto o Twitter a permite ter uma conta. “Em 2021, se alguém for internado no hospital com COVID19 e morrer sem ter sido tratado com alguma combinação de vitamina D, zinco, IVM, HCQ, esteróides, azitromicina e anticoagulantes,  ele não morreu de COVID. Ele morreu de negligência”.

Fazemos as palavras da Dra Kelly as nossas. E sabemos que muita gente tem vontade de censurá-las.

Está passando da hora da criação de novos espaços de mídia: aqueles que promovam e possibilitem a real liberdade de expressão.

Censura nunca mais!